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O “arquivo vermelho” e alerta de imigração para possível fuga do país de Raimundo Martinez Carvajal



A Procuradoria Geral do Estado do México obteve um mandado de prisão do juiz especializado em vigilância online contra Raymundo “N”, que está sob investigação por sua suposta participação no crime de sequestro rápido. Os acontecimentos ocorreram no dia 12 de abril e afetaram a OERC, funcionária pública da Câmara Municipal de Toluca.

Com o apoio das forças federais, a Procuradoria Geral do México executou ações operacionais simultâneas em Toluca e municípios vizinhos para executar o mandado de prisão contra Raymundo “N.” (Foto: Sônia Vilchis).

Com o apoio das forças federais, a Procuradoria Geral do México executou ações operacionais simultâneas em Toluca e municípios vizinhos para executar o mandado de prisão contra Raymundo “N.” Ressalta-se que esta pessoa também ocupa o cargo de prefeito da capital do estado.

Este incidente surgiu quando a polícia municipal, sob a direção de Raymundo “N”, entrou nos escritórios da OERC sem ordem judicial. O funcionário público foi privado de liberdade e transferido para a secretaria municipal de reabilitação. A investigação, desenvolvida na perspectiva de gênero, revelou o suposto envolvimento do investigado, ao ameaçar a filha da vítima para exigir a devolução de documentos pessoais.

Os acontecimentos, que podem configurar um claro sequestro sob a forma de extorsão, levaram ao pedido de mandado de prisão contra Raymundo “N” e outras seis pessoas, sem excluir possíveis responsabilidades em outros crimes. Apesar dos esforços operacionais, Raymundo N é considerado excluído do processo judicial, o que pode ter consequências jurídicas para quem concede asilo ou ocultação.

Além disso, foram emitidos um “arquivo vermelho” e um aviso de imigração para evitar a possibilidade de o investigado sair do país. A Procuradoria Geral do México continua as ações operacionais e investigativas para localizar e prender Raymundo “N” e os demais envolvidos. Ele reiterou que eles deveriam ser considerados inocentes até serem condenados.

Vale ressaltar que o suposto envolvimento de Raymundo “N” foi agravado pela batida injustificada nos escritórios da vítima, que era parente do investigado. A pena para este crime, segundo a Lei Geral de Prevenção e Punição do Sequestro, varia de 40 a 80 anos de prisão, podendo aumentar em 10 anos devido ao agravante da operação.

A Procuradoria-Geral do México insta os cidadãos a cooperarem para fornecer informações que facilitem a localização e detenção das pessoas investigadas, enfatizando a importância de agir de acordo com a lei e respeitar os direitos das pessoas envolvidas.

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