Prendem pessoa por crimes contra a saúde, que porta arma de uso exclusivo do Exército, Marinha e Aeronáutica



A Procuradoria-Geral do Estado do México (FGJEM) aprovou o possível envolvimento de Miguel Ángel “N”, vulgo “Queno”, em crimes contra a saúde, porte de arma de uso exclusivo do Exército, Marinha e Aeronáutica, a posse de cartuchos úteis e o suborno ilegal pelo qual esteve ligado a esta operação.

Esta instituição também investiga o possível envolvimento desta pessoa em outros crimes de grande impacto, como a extorsão no Vale de Toluca.

Após análise das provas apresentadas pelo Ministério Público, a autoridade judiciária decidiu instaurar medidas judiciais contra esta pessoa, fixando ainda um prazo de dois meses para encerrar a investigação complementar, justificando ao mesmo tempo a medida cautelar de prisão preventiva, afirmou ainda a autoridade. Negação de jurisdição perante um juiz federal com relação a crimes sob sua jurisdição.

Miguel Ángel “N” foi detido no dia 25 de outubro no bairro de El Calvario, município de Valle de Bravo, por agentes da Secretaria de Segurança do Estado (SSEM), que se mobilizavam na zona.

Durante o acondicionamento, foi apreendida uma arma de fogo calibre 40 mm, um carregador carregado com cartuchos utilitários, 20 cartuchos utilitários 7,62, embalagens contendo o que parecia ser metanfetamina e uma balança. Com a intenção de não ser presente ao Ministério Público, este sujeito ofereceu dinheiro a agentes do SSEM, razão pela qual também esteve ligado ao acto ilegal de suborno.

Esta pessoa foi colocada à disposição do representante social que iniciou a investigação destes crimes, tendo sido posteriormente encaminhada para a autoridade judiciária do Centro Correcional e de Reinserção Social, que lhe instaurou procedimentos judiciais.

Além das investigações conduzidas até o momento pelo Ministério Público de Edomex, foi estabelecido que este indivíduo parece ser membro de uma célula criminosa ligada a uma organização criminosa cujas origens estão em Michoacan e poderia estar ligada a outros atos criminosos, como como extorsão. Portanto, esta instituição continua investigando.

O detido deve ser considerado inocente até que seja emitida uma condenação.

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