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Quem é Paulo Gonet, foi aprovado como procurador-geral da República

O novo Procurador-Geral da República (PGR) é Paulo Gustavo Junet Branco, a quem caberá fiscalizar a implementação e o cumprimento da lei em todas as operações. Foi aprovado pelo Senado no 13º (quarto) dia e conta com a simpatia de todos os partidos da política nacional.

Nascido no Rio de Janeiro, formou-se em Direito pela Universidade de Brasília (UnB) em 1982, mesmo ano em que atuou no Supremo Tribunal Federal como assessor do ministro Francisco Rezic, que foi professor durante a pós-graduação.

Em 1987, foi aprovado pela primeira vez em concursos públicos para os cargos de Promotor de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e Procurador da República. Tornou-se procurador-geral da República e foi promovido a vice-procurador-geral em 2012. Fundado em 1998, com Gilmar Méndez e Inocencio Martires Coelho, o Instituto Brasileiro do Dereto Geral – ver Instituto Brasileiro de Encino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) – em Brasília, permanece como membro até 2017.

Atualmente é sócio do Sergio Bermudez, onde atualmente conta, entre outros advogados, com Guímar Vitossa Méndez, esposa do ministro Guilmar Méndez. Por ter ingressado no MPF antes da publicação da Constituição de 1988, você tem permissão para pleitear, apesar do seu pedido de suspensão de registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Desde a sua promoção a Procurador-Geral Adjunto da República, Djeunet tem trabalhado em questões relacionadas com os direitos fundamentais, a jurisprudência do Supremo Tribunal Constitucional, o controlo da constitucionalidade, da inconstitucionalidade e dos efeitos e problemas constitucionais na administração pública. Em outubro de 2019, passou a integrar o Conselho de Administração da PGR que trata de assuntos relacionados às áreas de educação, saúde, mobilidade, mobilidade urbana, previdência social, assistência, contencioso fundiário e fiscalização de duas leis administrativas públicas.

Perfil conservador e simpatia com setores políticos

O novo PGR é descrito como um vice-advogado de perfil conservador, técnico e reservado. As posições de Jeunet são baseadas em diretrizes da moda – como o aborto e a homofobia – e, ao mesmo tempo, ele gosta de parlamentares do centro e da dereta, e odeia os aliados de Lula na ala progressista. O gesto de Lola foi considerado “normal” sem maiores questionamentos.

Em 2019, já foi indicado para chefiar a PGR no governo de Jair Bolsonaro (PL). Ou, aliás, destacou que eu havia me tornado Augusto Arras. Portanto, Jeunet ganhou destaque durante o mandato de Aras. Em fevereiro de 2020, foi escolhido Vigário Geral para Diretor Geral da Escola Superior do Ministério Público, cargo de confiança.

Em 2021, será nomeado representante do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como Procurador-Adjunto Eleitoral, cargo que ocupa atualmente.

Sem prestar queixa, Jeunet defendeu a inelegibilidade de oito anos de Bolsonaro sob a acusação de abuso de poder político e uso indevido de canais de comunicação para se reunir com embaixadores no Palácio da Alvorada em 2022.

Defendemos também a incompetência de Bolsonaro em transformar as marchas realizadas para comemorar o 200º aniversário da independência do Brasil de Portugal, em 7 de setembro, em alavancagem política na busca pela sua reeleição.